Dra. Lohane Viturino ScarpimSaúde do idoso · Taubaté-SP e teleconsultaAgendar

Para filhos, netos e familiares

Está na hora? Um dia na rotina de quem você cuida

Percorra um dia comum, da manhã à noite, e marque o que você já percebeu. No fim, você vê em quais áreas da saúde apareceram sinais e recebe uma lista para conversar com a família e levar à consulta.

De quem você cuida?

Escolha uma pessoa para o roteiro se adaptar a ela.

Por que olhar para a rotina

Muitas mudanças de saúde no idoso aparecem primeiro nas tarefas do dia a dia, e não como uma queixa clara. Quem convive percebe antes: o remédio esquecido, a panela no fogo, o passo mais inseguro, a vontade de ficar em casa. Uma mudança isolada pode não significar muito. Várias ao mesmo tempo, ou uma que só piora, são um bom motivo para uma avaliação que olhe a saúde do idoso como um todo.

Se quiser ir além, responda também os questionários de risco de quedas e o IVCF-20.

Perguntas frequentes

O resultado diz se meu pai tem alguma doença?

Não. O roteiro não dá diagnóstico nem pontuação. Ele ajuda a família a perceber em quais áreas apareceram mudanças e a organizar o que contar na consulta. Quem avalia as causas é o médico.

Não marquei nada. Então não precisa de consulta?

Uma consulta de rotina, com revisão dos remédios, das vacinas e da prevenção, também faz sentido depois dos 60 anos. E o roteiro pode ser refeito sempre que algo mudar.

Minha mãe não aceita ir ao médico. O que fazer?

Conversar sobre situações concretas costuma funcionar melhor do que falar em doença: o cansaço, a queda, o remédio esquecido. A lista do resultado pode ajudar nessa conversa. A teleconsulta, feita em casa, também é uma opção para quem resiste a sair.

As respostas ficam salvas em algum lugar?

Não. Tudo acontece no seu aparelho. Nada é enviado ao site, e ao fechar a página as respostas são apagadas. Só o que você decidir compartilhar pelo WhatsApp sai do aparelho.

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